Foto histórica do encerramento do Seminário de Implementação do Conselho de Cultura de Itabuna, no dia 19 de Novembro de 2012
No dia 19 de
Novembro de 2012, aconteceu no Teatro Zélia Lessa, o seminário que discutiu a
implementação do Conselho de Cultura de Itabuna ( RELEMBRE AQUI). O evento que contou com a
presença de representantes do governo do estado na área da cultura, deu o
pontapé inicial na reestruturação do Conselho de Cultura que pelas diretrizes
do SNC, passou a se chamar de Conselho Municipal de Política Cultural-CMPC.
Como resultado do seminário, foi criado o Fórum de Cultura Itabunense-FDCI, a
primeira instância do sistema e um espaço permanente e democrático de discussão
e apoio às diretrizes do CMPC.
Pois bem,
dois anos se passaram desde a criação do Fórum até a entrega da minuta da lei de
implantação do CMPC às mãos da instituição gestora da cultura municipal.
Não entendemos
porque que uma coisa que parecia ser tão fácil, tornou-se o calcanhar de
Aquiles da cultura local, já que sem o Conselho implantado, nenhum recurso oriundo da União para a cultura pode entrar no município, porque ele não está apto a recebê-lo. Ou seja, a cultura
depende exclusivamente do orçamento municipal, prática que acontece há anos pelas Tabocas.
Entendemos
que a população precisa de mais transparência na questão do gerenciamento do
dinheiro dos seus impostos.
Perguntas
básicas: Porque o Conselho não foi implantado ainda, já que dois anos se
passaram desde o início da mobilização?
Quanto é
destinado à cultura da cidade pelo orçamento municipal e para onde vão esses
recursos, já que não existe um Conselho de Cultura para avaliar e orientar o
destino dos mesmos?
Porque não
existem editais de cultura no município e leis de incentivo a cultura através
de isenção de impostos municipais?
Só lembrando
que dar transparência as contas públicas, foi promessa de campanha do senhor
prefeito Claudevane Leite. A cidade aguarda com ansiedade respostas simples
para perguntas simples.
Ari
Rodrigues é presidente da Associação Cultural Amigos do Teatro-ACATE ,
presidente do Fórum de Cultura Itabunense-FDCI e ocupa a cadeira de número 34
da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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