
24 de ago. de 2009
15 de ago. de 2009
Patrimônio de Edir Macedo inclui imóveis de luxo nos EUA, diz revista
Edir Macedo, durante inauguração da Record News, em São Paulo, em 27 de setembro de 2007 (Foto: José Patrício/Agência Estado)Dois apartamentos em Miami estão avaliados em US$ 6,8 milhões. Bispo é réu, com mais 9 pessoas, em processo por lavagem de dinheiro.
Acusado de usar doações de fiéis para fins particulares e comerciais, o bispo Edir Macedo e sua mulher, Ester Eunice Rangel Bezerra, são proprietários de dois apartamentos de luxo em Miami, nos EUA, segundo informou a revista "Veja". O fundador e líder da Igreja Universal e outras nove pessoas viraram réus em ação penal, acusados de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, após a 9ª Vara Criminal de São Paulo aceitar denúncia do Ministério Público.
De acordo com a "Veja", um dos imóveis de luxo nos Estados Unidos, comprado em 2006, está em nome de Ester e é avaliado em US$ 2,1 milhões. O outro, registrado em nome do casal, foi comprado em 2008 e custou US$ 4,7 milhões.
Em 2007, o bispo trabalhava na construção de uma casa de 2 mil metros quadrados em Campos do Jordão (SP) no valor de R$ 6 milhões e já era dono de outra casa na mesma cidade, comprada 11 anos antes por US$ 600 mil.
Pela denúncia do Ministério Público, a igreja burla o Fisco ao aproveitar-se de sua imunidade tributária para fazer transações comerciais.
Em 1997, uma auditoria da Receita Federal sobre contas da Universal havia produzido um relatório defendendo que ela perdesse imunidade fiscal. Dez anos mais tarde, ao analisar a situação de cinco igrejas, entre elas a Universal, a Receita chegou a iniciar um estudo para regulamentar o uso das doações de dinheiro de fiéis, mas não foi dada continuidade ao projeto.
Conforme a revista, o Ministério Público agora conseguiu rastrear o caminho do dinheiro, desde as doações de fiéis até a compra de emissoras de TV, um prédio e um jatinho de R$ 2,5 milhões.
De acordo com a "Veja", um dos imóveis de luxo nos Estados Unidos, comprado em 2006, está em nome de Ester e é avaliado em US$ 2,1 milhões. O outro, registrado em nome do casal, foi comprado em 2008 e custou US$ 4,7 milhões.
Em 2007, o bispo trabalhava na construção de uma casa de 2 mil metros quadrados em Campos do Jordão (SP) no valor de R$ 6 milhões e já era dono de outra casa na mesma cidade, comprada 11 anos antes por US$ 600 mil.
Pela denúncia do Ministério Público, a igreja burla o Fisco ao aproveitar-se de sua imunidade tributária para fazer transações comerciais.
Em 1997, uma auditoria da Receita Federal sobre contas da Universal havia produzido um relatório defendendo que ela perdesse imunidade fiscal. Dez anos mais tarde, ao analisar a situação de cinco igrejas, entre elas a Universal, a Receita chegou a iniciar um estudo para regulamentar o uso das doações de dinheiro de fiéis, mas não foi dada continuidade ao projeto.
Conforme a revista, o Ministério Público agora conseguiu rastrear o caminho do dinheiro, desde as doações de fiéis até a compra de emissoras de TV, um prédio e um jatinho de R$ 2,5 milhões.
Entre 2001 e 2008, a igreja teria obtido R$ 8 bilhões em doações de seus aproximadamente 8 milhões de seguidores. Segundo a revista, o Ministério Público descobriu que o dinheiro era passado como parte de pagamento para empresas de fachada controladas por integrantes do grupo: a Cremo Empreendimentos e a Unimetro Empreendimentos.
Conforme o MP, as empresas movimentaram R$ 71 milhões entre 2004 e 2005, mas a Secretaria da Fazenda de São Paulo atesta que não ofereceram nenhum serviço ou produto.
As empresas de fachada enviavam, segundo o MP, o dinheiro dos fiéis para empresas sediadas em paraísos fiscais, como a Investholding, nas Ilhas Cayman, e a CableInvest, nas Ilhas do Canal. De lá, retornavam ao Brasil na forma de empréstimos a pessoas ligadas à Universal.
Outro lado
O advogado da Universal, Arthur Lavigne, afirmou que a denúncia do Ministério Público apenas reúne tudo o que já foi dito contra a igreja desde 1992. Nesses anos, segundo ele, houve mais de dez processos contra a Universal e apenas dois estão em andamento, incluindo o que foi aberto pela Justiça paulista.
Repasse de dinheiro
Conforme a revista "Veja", a Igreja Universal repassa recursos anualmente para a emissora Record. Foram R$ 240 milhões em 2006, outros R$ 320 milhões em 2007 e R$ 400 milhões em 2008. A igreja ainda é dona dos principais imóveis que a emissora ocupa.
Segundo a revista, um levantamento feito pelo Coaf, órgão do Ministério da Fazenda responsável pela fiscalização das operações financeiras no país, mostrou que a Record é a segunda entre as 50 principais beneficiarias de transferências bancárias da Universal. A primeira seria a própria igreja. A compra dos horários na madrugada seria um modo de justificar o aporte de recursos.
A "Veja" aponta ainda que a igreja paga cursos como jornalismo e administração para fiéis e pastores, que posteriormente podem ser contratados pela Record. O atual presidente da emissora, Alexandre Raposo, vive com a família em uma casa de luxo em Barueri, na Grande São Paulo, que está registrada em cartório como pertencente à Cremo Empreendimentos, uma das empresas de fachada que seriam controladas pela Universal.
A assessoria de imprensa da Record informou que o executivo vive em um imóvel alugado. A emissora afirma que paga aluguel pela ocupação de um prédio nos Jardins, mas não confirma a propriedade do terreno no bairro da Barra Funda, onde funciona a sede da emissora.
Entenda
De acordo com o MP, os denunciados integram um grupo que supostamente remetia os recursos oriundos de doações dos fiéis da igreja para duas empresas: a Unimetro Empreendimentos S/A e a Cremo Empreendimentos S/A. Segundo os promotores, são empresas de fachada, pertencentes aos denunciados e instaladas em um mesmo endereço. Segundo comunicado divulgado pelo Ministério Público, "para os promotores, ficou comprovado que o dinheiro das doações, em vez de ser utilizado para a manutenção dos cultos, era desviado para atender a interesses particulares dos denunciados". O comunicado diz que Cremo e a Unimetro "remetiam esses recursos para empresas localizadas em paraísos fiscais". Segundo o MP, "o esquema garantia que o dinheiro retornasse ao Brasil em forma de contratos mútuos celebrados com intermediários que fazem parte do grupo acusado, e fosse utilizado na compra de empresas de comunicação". O Ministério Público diz que, há dez anos, o grupo utiliza a Igreja Universal para a prática de fraudes. O MP estima que a Igreja Universal movimente cerca de R$ 1,4 bilhão por ano no Brasil como resultado de doações de fiéis.
Conforme o MP, as empresas movimentaram R$ 71 milhões entre 2004 e 2005, mas a Secretaria da Fazenda de São Paulo atesta que não ofereceram nenhum serviço ou produto.
As empresas de fachada enviavam, segundo o MP, o dinheiro dos fiéis para empresas sediadas em paraísos fiscais, como a Investholding, nas Ilhas Cayman, e a CableInvest, nas Ilhas do Canal. De lá, retornavam ao Brasil na forma de empréstimos a pessoas ligadas à Universal.
Outro lado
O advogado da Universal, Arthur Lavigne, afirmou que a denúncia do Ministério Público apenas reúne tudo o que já foi dito contra a igreja desde 1992. Nesses anos, segundo ele, houve mais de dez processos contra a Universal e apenas dois estão em andamento, incluindo o que foi aberto pela Justiça paulista.
Repasse de dinheiro
Conforme a revista "Veja", a Igreja Universal repassa recursos anualmente para a emissora Record. Foram R$ 240 milhões em 2006, outros R$ 320 milhões em 2007 e R$ 400 milhões em 2008. A igreja ainda é dona dos principais imóveis que a emissora ocupa.
Segundo a revista, um levantamento feito pelo Coaf, órgão do Ministério da Fazenda responsável pela fiscalização das operações financeiras no país, mostrou que a Record é a segunda entre as 50 principais beneficiarias de transferências bancárias da Universal. A primeira seria a própria igreja. A compra dos horários na madrugada seria um modo de justificar o aporte de recursos.
A "Veja" aponta ainda que a igreja paga cursos como jornalismo e administração para fiéis e pastores, que posteriormente podem ser contratados pela Record. O atual presidente da emissora, Alexandre Raposo, vive com a família em uma casa de luxo em Barueri, na Grande São Paulo, que está registrada em cartório como pertencente à Cremo Empreendimentos, uma das empresas de fachada que seriam controladas pela Universal.
A assessoria de imprensa da Record informou que o executivo vive em um imóvel alugado. A emissora afirma que paga aluguel pela ocupação de um prédio nos Jardins, mas não confirma a propriedade do terreno no bairro da Barra Funda, onde funciona a sede da emissora.
Entenda
De acordo com o MP, os denunciados integram um grupo que supostamente remetia os recursos oriundos de doações dos fiéis da igreja para duas empresas: a Unimetro Empreendimentos S/A e a Cremo Empreendimentos S/A. Segundo os promotores, são empresas de fachada, pertencentes aos denunciados e instaladas em um mesmo endereço. Segundo comunicado divulgado pelo Ministério Público, "para os promotores, ficou comprovado que o dinheiro das doações, em vez de ser utilizado para a manutenção dos cultos, era desviado para atender a interesses particulares dos denunciados". O comunicado diz que Cremo e a Unimetro "remetiam esses recursos para empresas localizadas em paraísos fiscais". Segundo o MP, "o esquema garantia que o dinheiro retornasse ao Brasil em forma de contratos mútuos celebrados com intermediários que fazem parte do grupo acusado, e fosse utilizado na compra de empresas de comunicação". O Ministério Público diz que, há dez anos, o grupo utiliza a Igreja Universal para a prática de fraudes. O MP estima que a Igreja Universal movimente cerca de R$ 1,4 bilhão por ano no Brasil como resultado de doações de fiéis.
Fonte: www.G1.com.br
Livro de Cyro de Mattos é Publicado na Alemanha

“Zwanzing Gedichte von Rio und andere Gedichte” (Vinte Poemas do Rio e Outros Poemas) é uma coletânea do poeta baiano Cyro de Mattos* que foi publicada recentemente pela Projekte-Verlag, em Halle, Alemanha, com a tradução de Curt Meyer-Clason. A coletânea é constituída de 49 poemas, extraídos dos livros “Vinte Poemas do Rio”, editado no Brasil e Portugal, “Canto a Nossa Senhora das Matas”, publicação bilíngüe, da Fundação Casa de Jorge Amado, com tradução para o alemão de Curt Meyer-Clason, e ainda cinco poemas selecionados dos livros infantis “O Menino Camelô”, “O Circo do Cacareco” e “Oratório de Natal”. .
A Bahia situada no sul do Estado, onde o autor nasceu e reside, serve de motivação aos poemas reunidos nesta coletânea de Cyro de Mattos publicada na Alemanha. Na primeira parte intitulada “Zwanzing Gedichte von Rio” (Vinte Poemas do Rio), o poeta revisita e transfigura o rio Cachoeira, que divide sua cidade natal em duas partes, quando então havia nele areeiros, pescadores, lavadeiras e aguadeiros. Faz falar sua infância com essa gente ribeirinha, usando para isso uma dicção líquida em uma espécie de recuperação do tempo perdido, não à maneira de Proust, mas, como ressaltou o crítico e poeta Fernando Py, “conciso na expressão e claro nas imagens que respondem pela eficácia poética do conjunto.”
Na segunda parte da coletânea, “Gesang Auf Unsere Liebe Frau von Den Waldern” (Canto a Nossa Senhora das Matas), percebe-se que vários poemas obedecem a um projeto ecopoético, no sentido primordial em que nos insere no centro do mundo, e o discurso do poeta premiado no Brasil e exterior (Prêmio Nacional Ribeiro Couto da UBE/Rio, Prêmio APCA, Prêmio Maestrale Marengo d’Oro, em Gênova, Itália) está visceralmente relacionado com a natureza, cujos elementos vêm sendo gritantemente ofendidos pelo homem nos tempos atuais. A coletânea em alemão inclui, em sua terceira parte, cinco poemas infantis, sob a denominação “Kindergedichte”. Além disso traz foto e biografia resumida do poeta.
Cyro de Mattos enviou há seis anos para Curt Meyer Clason primeiro seu livro “Vinte Poemas do Rio” e a seguir “Cancioneiro do Cacau ”. Recebeu então do consagrado tradutor alemão não só a tradução de vários poemas bem como a opinião seguinte: “Li e reli seus poemas com os sentidos encantados e admiração pelo seu talento mágico.” Curt Meyer-Clason traduziu para a língua alemã, entre outros, Vladimir Nabokov, Robert Lowell, Unamuno, Cervantes, Ortega y Gasset, Eça de Queiroz, Fernando Namora, Pablo Neruda, Gabriel Garcia Marquez, Jorge Luís Borges, Juan Rulfo, Machado de Assis, João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Ferreira Gullar, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Adonias Filho.
Contista, novelista, poeta, cronista, ensaísta, autor de livros infanto-juvenis e organizador de antologias, Cyro de Mattos atualmente é o presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania. Possui mais de uma vintena de prêmios literários respeitáveis, no Brasil e exterior. Tem dois livros de poesia publicados em Portugal pela Palimage Editores e outro na Itália, pela Runde Taarn Edizioni, de Gerenzano (Varese). Está presente em mais de trinta antologias importantes do conto e poesia, no Brasil, em Portugal, Alemanha, Rússia, Dinamarca, México e Estados Unidos. Foi agraciado com a Medalha do Mérito da Bahia. Membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Centro de Estudos Americanos Fernando Pessoa (SP), Academia de Letras de Ilhéus e Academia de Letras da Bahia. Em 1998 participou como convidado do III Encontro Internacional de Poetas, da Faculdade de Letras de Coimbra, em Portugal. De sua literatura disse Jorge Amado: “Cantor da terra e das águas. Cantor do amor. Pastor de diversos bichos. Cyro de Mattos, tão esplêndido poeta, tão esplêndido ficcionista.”
*Cyro de Mattos, Zwanzing Gedichte von Rio und andere Gedichte, Projekte-Verlag (www. projekte-verlag.de), Halle, Alemanha, tradução de Curt Meyer-Clason, prefácio de Graça Capinha, Doutora em Literatura Norte-Americana pela Universidade de Coimbra, coleção Lyrik, 8,90 euros, 2009..
A Bahia situada no sul do Estado, onde o autor nasceu e reside, serve de motivação aos poemas reunidos nesta coletânea de Cyro de Mattos publicada na Alemanha. Na primeira parte intitulada “Zwanzing Gedichte von Rio” (Vinte Poemas do Rio), o poeta revisita e transfigura o rio Cachoeira, que divide sua cidade natal em duas partes, quando então havia nele areeiros, pescadores, lavadeiras e aguadeiros. Faz falar sua infância com essa gente ribeirinha, usando para isso uma dicção líquida em uma espécie de recuperação do tempo perdido, não à maneira de Proust, mas, como ressaltou o crítico e poeta Fernando Py, “conciso na expressão e claro nas imagens que respondem pela eficácia poética do conjunto.”
Na segunda parte da coletânea, “Gesang Auf Unsere Liebe Frau von Den Waldern” (Canto a Nossa Senhora das Matas), percebe-se que vários poemas obedecem a um projeto ecopoético, no sentido primordial em que nos insere no centro do mundo, e o discurso do poeta premiado no Brasil e exterior (Prêmio Nacional Ribeiro Couto da UBE/Rio, Prêmio APCA, Prêmio Maestrale Marengo d’Oro, em Gênova, Itália) está visceralmente relacionado com a natureza, cujos elementos vêm sendo gritantemente ofendidos pelo homem nos tempos atuais. A coletânea em alemão inclui, em sua terceira parte, cinco poemas infantis, sob a denominação “Kindergedichte”. Além disso traz foto e biografia resumida do poeta.
Cyro de Mattos enviou há seis anos para Curt Meyer Clason primeiro seu livro “Vinte Poemas do Rio” e a seguir “Cancioneiro do Cacau ”. Recebeu então do consagrado tradutor alemão não só a tradução de vários poemas bem como a opinião seguinte: “Li e reli seus poemas com os sentidos encantados e admiração pelo seu talento mágico.” Curt Meyer-Clason traduziu para a língua alemã, entre outros, Vladimir Nabokov, Robert Lowell, Unamuno, Cervantes, Ortega y Gasset, Eça de Queiroz, Fernando Namora, Pablo Neruda, Gabriel Garcia Marquez, Jorge Luís Borges, Juan Rulfo, Machado de Assis, João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Ferreira Gullar, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Adonias Filho.
Contista, novelista, poeta, cronista, ensaísta, autor de livros infanto-juvenis e organizador de antologias, Cyro de Mattos atualmente é o presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania. Possui mais de uma vintena de prêmios literários respeitáveis, no Brasil e exterior. Tem dois livros de poesia publicados em Portugal pela Palimage Editores e outro na Itália, pela Runde Taarn Edizioni, de Gerenzano (Varese). Está presente em mais de trinta antologias importantes do conto e poesia, no Brasil, em Portugal, Alemanha, Rússia, Dinamarca, México e Estados Unidos. Foi agraciado com a Medalha do Mérito da Bahia. Membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Centro de Estudos Americanos Fernando Pessoa (SP), Academia de Letras de Ilhéus e Academia de Letras da Bahia. Em 1998 participou como convidado do III Encontro Internacional de Poetas, da Faculdade de Letras de Coimbra, em Portugal. De sua literatura disse Jorge Amado: “Cantor da terra e das águas. Cantor do amor. Pastor de diversos bichos. Cyro de Mattos, tão esplêndido poeta, tão esplêndido ficcionista.”
*Cyro de Mattos, Zwanzing Gedichte von Rio und andere Gedichte, Projekte-Verlag (www. projekte-verlag.de), Halle, Alemanha, tradução de Curt Meyer-Clason, prefácio de Graça Capinha, Doutora em Literatura Norte-Americana pela Universidade de Coimbra, coleção Lyrik, 8,90 euros, 2009..
14 de ago. de 2009
Festival de Woodstock 40 anos depois

Woodstock foi um fetival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana", organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, Nova York, de 15 a 18 de agosto de 1969.
O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 60 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular.
O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, além de uma trilha-sonora com os melhores momentos.
O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 60 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular.
O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, além de uma trilha-sonora com os melhores momentos.

Woodstock surgiu dos esforços de Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Roberts e Rosenman, que entrariam com as finanças, colocaram um anúncio sob o nome de Challenge International, Ltd., no New York Times e no Wall Steer Journal ("Jovens com capital ilimitado buscam oportunidades de investimento legítimas e interessantes e propostas de negócios"). Lang e Kornfeld responderam o anúncio, e os quatro reuniram-se inicialmente para discutir a criação de um estúdio de gravação em Woodstock, mas a idéia evoluiu para um festival de música e artres ao ar livre.
Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia. Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.
Este influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene.
Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos.
Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público.
Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia. Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.
Este influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene.
Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos.
Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público.
12 de ago. de 2009
Acusado de matar médica paulista confessa o crime em depoimento
O suspeito de ter matado a médica paulista Rita de Cássia Tavares Giacon Martines, 39 anos, preso na tarde da terça-feira (11), confessou nesta quarta (12) o crime, segundo informações da Polícia Civil. Gilvan Cléucio de Assis, 35 anos, que cumpria pena desde 2002 na Colônia Penal Lafayette Coutinho acusado de estupro e atentado ao pudor, depôs por mais de duas horas.
Gilvan Cléucio de Assis foi preso quando voltava de indulto de Dia dos Pais
O delegado-geral da Polícia Civil, Joselito Bispo, disse que Gilvan observou a vítima e aguardou o momento para agir escondido atrás de uma pilastra. 'Ele disse que não deixou ela sair do carro e fechou a porta', afirmou o delegado.
O delegado-geral da Polícia Civil, Joselito Bispo, disse que Gilvan observou a vítima e aguardou o momento para agir escondido atrás de uma pilastra. 'Ele disse que não deixou ela sair do carro e fechou a porta', afirmou o delegado.
A delegada da Delegacia de Homicídios (DH) disse que Assis apontou como motivação do crime 'um impulso que não consegue controlar'. Após sequestrar a médica, ele passou pela Rodoviária e seguiu pela BR-324, até o local do crime. Em Fazenda Lagoa, a vítima tentou fugir e a situação saiu do controle. Revoltado, Gilvan atropelou e matou Rita.
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